O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

sexta-feira, dezembro 19, 2003

"Os resultados físicos da vergonha e desgosto de uma mulher em relação ao aborto podem sobreviver nas suas células durante anos"

Sou contra o Aborto voluntário e óbviamente desnecessário, mas também sou contra a penalização das mulheres que o fazem por circunstâncias várias. Acredito que nenhuma Mulher consciente de si própria, por mais humilde que seja, jamais faria um aborto se fosse tratada dignamente e com respeito pela família e pela sociedade ou no mínimo pelos companheiros ou caso tivesse condições sociais e morais para ter a criança.

Não falo dos extremos da estupidez das "dondocas" que nem amamentam os filhos, nem mulheres miseráveis que não tem - como se diz no nosso português menos rebuscado - "onde cair mortas" e esse é o caso das mulheres no mundo inteiro, quando não se fala e trata de elites nem de gente minimamente instruída...

É a desgraçada da mulherzinha que paga sempre as favas, como se dizia do povinho, mas atràs do povo sempre esteve a mulher a acarretar com a pancada e a miséria e os filhos que andam a a pedir na rua e quer nos países de leste quer nos Açores e quem sabe por cá...as mães ou pais como em França! (ou Bélgica) ofereciam os filhos para práticas pedófilas para não falar dos padres...e todos somos hipócritas, porque o vemos a cada passo.

- Quem é quem para atirar a primeira pedra ó patriarcas de Cristo?!

Ter um filho que se não ama ou acarinha, que não se quer ou não se cuida ou se vende...é pior crime que matar um feto, pois o resultado que todos estes CEGOS não podem ver é os ABORTOS VIVOS que são ELES PRÓPRIOS assim como os ditadores, os criminosos e ASSASSINOS e mesmo OS SOLDADOS de carreira que sonham com a guerra e TODOS de alguma maneira QUEREM MATAR O PRÓXIMO EM NOME DO QUE QUER QUE SEJA! A atacar ou a defender é igual...

Esses sim, são os filhos odiados e não queridos pelas mães VÍTIMAS DE TODAS AS DISCRIMINAÇÕES E VIOLÊNCIAS e abandonados pelos pais mais aqueles que são entregues as Instituições tão Piedosas como a Nossa Casa Pia, VEJAM O QUE LHES FIZERAM!!!

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